domingo, 31 de julho de 2011

A Velha Praia das Ilusões

Sentado na varanda numa casa frente a praia
olhando as ondas quebrarem
o silêncio prevalece pois a praia esta vazia
mas ainda escuto vozes me dizendo o que não quero ouvir
meu pensamento a mil sobrevoa o oceano me levando ate você
onde indago apenas uma coisa: por quê?
não, não responda essa retórica;
enfim retorno do meu transe
abro meus olhos e denovo estou eu
sozinho naquela praia
pensando em você
e novamente indagando um velho porque
por quê eu?, por quê você?

Um comentário:

  1. Porquês são simples porquês, sem mãe, sem pai.
    Porque sem amor, sem dó, sem solução.
    Porque passado e presente que custa acabar.
    Indagações entre soluços que nos remetem a novos e velhos porquês.
    E sem entender a lógica, nem o ritmo, continuamos sendo invadidos por um tanto de "porquês".

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